
O Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Educação (SEE/MG), abriu, nesta quarta-feira (10), as inscrições para a sexta edição do Trilhas de Futuro. O programa, considerado uma das maiores iniciativas de formação técnica do país, disponibiliza neste ano 50 mil vagas gratuitas em cursos de diversas áreas do conhecimento.
O anúncio foi feito pelo vice-governador Mateus Simões, em transmissão ao vivo pela Rede Minas. “A partir desta quarta-feira, o site trilhasdefuturo.mg.gov.br começa a receber as inscrições para a sexta edição do programa. Uma das novidades é que 50 mil vagas foram colocadas à disposição de vocês que estão espalhados em Minas Gerais como um todo”, destacou.
Segundo Simões, as oportunidades chegam a 154 municípios, com 110 cursos diferentes oferecidos em quase 200 instituições credenciadas.
Inscrições
O prazo vai até o dia 23 de setembro e contempla estudantes do 2º e 3º ano do ensino médio, incluindo matriculados no Ensino Médio em Tempo Integral (EMTI), alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e também quem já concluiu a educação básica.
Além da gratuidade, os inscritos recebem auxílio-transporte e alimentação, garantindo melhores condições de permanência e conclusão do curso.
Cada candidato poderá escolher até duas opções de curso, sendo alocado em uma delas conforme critérios previstos em edital. Como novidade, o site conta agora com um chatbot que tira dúvidas em tempo real e orienta o candidato durante o processo de inscrição.
Formação conectada ao mercado
O programa prioriza a distribuição de cursos de acordo com a demanda de cada região, fortalecendo a integração entre educação e desenvolvimento econômico. São mais de 35 áreas estratégicas, como saúde, tecnologia, indústria, agropecuária e serviços.
Entre as opções estão Mineração, Mecatrônica e Desenvolvimento de Sistemas, carreiras que podem alcançar salários de até R$ 9 mil. “Mais do que nunca, nosso objetivo é garantir que a educação básica, técnica ou superior de fato contribua para o projeto de vida dos estudantes”, ressaltou o secretário de Estado de Educação, Rossieli Soares.



