Obra do Viaduto do Monte Carmo, em Betim, avança com construção modular fora do local de implantação, afirma Heron Guimarães

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Divulgação

As obras de conclusão do viaduto Geraldo Josino, conhecido como Viaduto do Monte Carmo, avançam com a adoção de um modelo de construção modular, considerado mais moderno e eficiente. A informação foi divulgada pelo prefeito de Betim, Heron Guimarães, em seu site oficial.

Segundo o prefeito, as estruturas do viaduto estão sendo produzidas fora do local da intervenção e, posteriormente, serão encaixadas nas bases, que estão sendo adaptadas e refeitas. De acordo com ele, o método contribui para maior agilidade e organização no canteiro de obras.

“A intervenção é estratégica para a mobilidade urbana e tem como objetivo conectar diferentes regiões da cidade, eliminando um gargalo histórico de tráfego na região do Chácara. Com a conclusão do viaduto, será possível melhorar a integração entre as regiões Norte e Alterosas, o Centro de Betim, a Via Expressa e a BR-381, promovendo maior fluidez no deslocamento de veículos”, afirmou o prefeito.

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Ainda conforme o gestor, o projeto foi planejado para reduzir os impactos no trânsito durante e após a execução da obra. Após a conclusão, o viaduto permitirá a redistribuição do fluxo viário sem comprometer a circulação na avenida Marco Túlio Isaac, uma das vias mais movimentadas da cidade.

“As obras seguem em plena execução, com métodos que resultam em uma intervenção mais limpa e eficiente. Sempre que houver necessidade de interdições ou alterações no tráfego, a população será informada previamente por meio dos canais oficiais, garantindo transparência e previsibilidade durante todas as etapas do projeto”, ressaltou Heron Guimarães.

Motivos da paralisação

Guga Ribeiro / Ecos

A execução do viaduto foi interrompida em razão de dificuldades financeiras enfrentadas pela antiga empresa responsável pela obra, somadas à elevação significativa no preço dos insumos durante a pandemia de covid-19, entre 2020 e 2022. O aumento impactou principalmente o valor do aço, material essencial para a estrutura do empreendimento.

De acordo com a administração municipal, esses fatores inviabilizaram a continuidade do projeto naquele período, tornando necessária a reformulação contratual, a revisão técnica da obra e a elaboração de um novo planejamento orçamentário para viabilizar a retomada dos trabalhos.