Brinquedos produzidos por presos da Penitenciária de São Joaquim de Bicas são doados para crianças carentes de Betim

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Divulgação / Sejusp

Fazer muitas crianças felizes e contribuir com o processo de ressocialização dos presos, além de fortalecer e aproximar a Polícia Penal de Minas Gerais da sociedade mineira: esse é o saldo final da doação de brinquedos realizada pela corporação em todo o estado.

Os itens são variados, indo de bonecas de amigurumi a brinquedos de madeira educativos. A maior parte dos brinquedos é produzida no projeto Fábrica da Alegria, que conta com oficinas de marcenaria em sete unidades prisionais mineiras.

Somente o Presídio de São Joaquim de Bicas doou 256 brinquedos de sua produção interna para a Paróquia Santa Tereza de Calcutá, em Betim, que distribuiu os itens entre crianças carentes da cidade.

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Para o diretor-geral da Polícia Penal, Rodrigo Machado, essa ação reflete claramente uma das missões da corporação: ajudar a quem precisa e fazer a Polícia Penal ser reconhecida pela sociedade. “Chegar nessa data do ano e ver que podemos proporcionar um Natal melhor para tantas crianças e instituições é extremamente gratificante. Fortalece ainda mais o trabalho desempenhado por nós e nos motiva a seguir com a meta de empregar cada vez mais presos e retornar boas ações para o povo mineiro. O trabalho no sistema prisional transforma muitas vidas”, ressalta.

Fábrica da Alegria

As oficinas de marcenaria instaladas nas unidades prisionais contam com a mão de obra de presos. Eles transformam materiais que seriam descartados no lixo em diversos tipos de brinquedos, como carrinhos, berços para bonecas, caminhões, trens e jogos para desenvolver o raciocínio e a capacidade de identificar cores e formas. Todo o material usado na produção é reciclável e doado, incluindo madeiras apreendidas, paletes quebrados, tintas, verniz e demais itens.

O trabalho da Fábrica da Alegria é realizado no Presídio São Joaquim de Bicas II, na Penitenciária de Contagem I – Nelson Hungria, na Penitenciária de Três Corações I, no Presídio de Lavras I, no Presídio de Coronel Fabriciano I, na Penitenciária de Ipaba I – Dênio Moreira de Carvalho e na Penitenciária de Unaí I – Agostinho de Oliveira Júnior.