
Betim já está pronta para iniciar, a partir da próxima segunda-feira (7), mais uma Campanha de Vacinação contra a Gripe. Para dar início à imunização, o município recebeu do Governo do Estado a primeira remessa contendo 11.900 doses da vacina. A aplicação ocorrerá nas 41 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e no Centro de Referência em Especialidades Divino Braga.
Neste ano, a grande novidade da campanha é que a vacina ficará disponível durante todo o ano nas UBSs e também no Vacimóvel, conforme programação específica, facilitando o acesso da população prioritária. O imunizante aplicado pelo SUS é trivalente, protegendo contra três cepas do vírus influenza: A (H1N1), A (H3N2) e B.
Mesmo quem se vacinou em 2024 deve retornar às unidades de saúde para receber a nova dose, já que o vírus influenza sofre constantes mutações, exigindo a atualização anual da vacina.
Meta
A Secretaria Municipal de Saúde estabeleceu como meta imunizar pelo menos 90% do público prioritário, garantindo assim maior segurança e prevenção de complicações causadas pela gripe, como internações e óbitos. Entretanto, a baixa cobertura vacinal registrada em 2024 é motivo de preocupação. No último ano, apenas 50,28% das gestantes e 60,87% dos idosos foram imunizados, índices abaixo da meta preconizada pelo Ministério da Saúde.
Para gestantes, a imunização é essencial para evitar complicações graves, protegendo também os recém-nascidos. No caso dos idosos, a vacina reduz sintomas intensos, hospitalizações e mortes decorrentes da gripe.
Grupos prioritários Nesta primeira etapa, devem se vacinar os seguintes grupos definidos pelo Ministério da Saúde:
- Crianças de 6 meses a menores de 6 anos;
- Crianças indígenas de 6 meses a menores de 9 anos;
- Trabalhadores da saúde;
- Gestantes e puérperas;
- Professores dos ensinos básico e superior;
- Pessoas com 60 anos ou mais;
- Profissionais das forças armadas e de segurança e salvamento;
- Trabalhadores dos Correios;
- Pessoas em situação de rua;
- Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais;
- Pessoas com deficiência permanente;
- Trabalhadores do transporte coletivo (público e rodoviário);
- Caminhoneiros;
- Trabalhadores portuários;
- Funcionários do sistema prisional;
- População privada de liberdade;
- Adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas.



