Chegada de aproximadamente 1.500 famílias ao assentamento nas terras do empresário Eike Batista pode comprometer serviços essenciais em São Joaquim de Bicas

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A situação está complicada em São
Joaquim de Bicas, desde que cerca de 1.500 famílias, o que dá uma estimativa de
aproximadamente 5 mil pessoas, ocuparam uma fazenda da  extinta empresa de
mineração “MMX”, do empresário Eike Batista. Os serviços públicos como
educação e saúde poderão não suportar o aumento repentino da demanda provocada
pela chegada dos sem-terra.

De acordo com o prefeito Guto
Resende, a chegada inesperada dos novos moradores prejudica inclusive a
segurança pública do município, uma vez que policiais tem que atender o
assentamento e o efetivo do município já é pequeno.

Ainda segundo o prefeito, uma reunião
foi realizada na Cidade Administrativa, e os representantes do Governo do
Estado se posicionaram favoráveis à ocupação, mas não ofereceram nenhuma ajuda
ao município.

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Os moradores de São Joaquim de Bicas
já tem que dividir o atendimento na UPA com os detentos do sistema prisional,
agora também terão que dividir com os assentados, que pelo visto chegaram para
ficar.

MST construirá escola em assentamento

 

Pelo visto os novos moradores não
pretendem arredar o pé do município tão cedo, eles já preparam a infraestrutura
da fazenda invadida, com abertura de ruas e construção de escolas.

 

De acordo com dados recentes do IBGE,
a estimativa populacional de São Joaquim de Bicas para 2017 é de 30 mil
habitantes, isso sem incluir a população carcerária e os moradores do
assentamento.

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