Câmara reduz gastos e economia pode chegar a 3 milhões de reais ao ano

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R$ 3.000.000,00. É o valor que será economizado com as medidas propostas pelo presidente, Léo Contador (DEM).

Uma série de medidas de gestão compartilhada e reforma administrativa já estão sendo tomadas na primeira semana de trabalho dos vereadores que assumiram a 18º legislatura da Câmara Municipal de Betim. Entre as propostas apresentadas pelo presidente da Casa, Léo Contador (DEM), está a criação de uma Junta Financeira e Orçamentária que irá auxiliar todas as decisões que forem tomadas em relação à administração do Legislativo municipal. Os nomes que fazem parte dessa junta foram escolhidos pelos próprios vereadores, são ele, Klebinho Rezende (PSD), Eliseu Xavier (PTB), Luiz Conexão (PDT), Palmerinho (PV) e Gilson da Auto Escola (PPS). “Queremos uma administração participativa e democrática na Câmara. Todos os números serão apresentados de forma transparente, sendo que a prestação de contas será feita anualmente”, disse o presidente da Casa.

Além da novidade da proposta da Junta, os vereadores também aprovaram outras ações, entre elas a redução de custos da Câmara. “O Legislativo recebe uma verba fixa da prefeitura, atualmente 5% da arrecadação do município deve ser repassado para a Câmara. Isso é estipulado por lei”, explicou Léo. A proposta apresentada pela Casa é devolver recursos para o Executivo para que sejam aplicados no Fundo Municipal de Educação Infantil. Para que isso seja possível, já foram cortados os veículos que ficavam à disposição dos vereadores, o combustível que tinham direito e a verba indenizatória, usada para manutenção dos gabinetes.

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Além dessas medidas, parte do anexo da Câmara e o estacionamento, que hoje são alugados, serão devolvidos. A previsão é que com essas medidas a Câmara já consiga devolver, neste ano, cerca de R$ 3 milhões.

Outras novidades é que os vereadores também aprovaram importantes projetos para a Casa, como a implantação da coleta seletiva nas dependências da Câmara, instalação de piso tático para orientação de deficientes visuais e a implantação de catracas nas entradas para garantir segurança aos usuários do prédio.