Blitz educativa orienta sobre o uso do cinto de segurança em ônibus

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Na próxima quinta-feira (18) a Autopista
Fernão Dias, empresa do Grupo Arteris, irá realizar uma blitz educativa com
ônibus de viagens, para alertar passageiros e motoristas sobre a importância do
uso do cinto de segurança. A campanha “Tô de cinto tô seguro” , promovida em
parceria com a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e Polícia
Rodoviária Federal, tem como objetivo sensibilizar empresas e usuários de
transporte coletivo.

Em 2016, 24 pessoas foram ejetadas de veículos em acidentes na rodovia Fernão Dias. Deste total, sete foram vítimas fatais. “Fatalidades como estas poderiam ser evitadas se todos se conscientizassem de quão importante é o uso do cinto de segurança por todos os passageiros de um veículo” , afirma Helvécio Tamm de Lima Filho, diretor superintendente da concessionária.

A blitz orientará e fiscalizará o uso do cinto de segurança nos transportes de passageiros. A ação irá acontecer a partir das 9h, no posto de fiscalização da PRF, no km 871, canteiro central, em Pouso Alegre/MG. “Precisamos motivar motoristas, passageiros e a população em geral a refletir sobre os riscos de viajar sem o cinto de segurança e chamar a atenção para a importância do respeito à vida nas rodovias” , acrescenta o diretor.

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O uso do cinto para todos os ocupantes do veículo é obrigatório e o não cumprimento desta norma é passível de multa. A infração por passageiro sem cinto é considerada grave pelo Código de Trânsito Brasileiro, além da perda de pontos na carteira.
A ação também terá a participação do Projeto Escola Arteris, programa que leva a educação no trânsito para escolas públicas de cidades vizinhas às rodovias. “A conscientização é o caminho mais eficiente para reduzir fatalidades em nossas estradas. Por isso engajamos os participantes do projeto nessa ação, que visa alertar sobre a importância do cinto de segurança”, explica a coordenadora dos projetos de educação da Arteris, Maria José Finardi.

Uso do cinto no Brasil ainda é reduzido

Uma pesquisa realizada em 2015 pelo Ministério da Saúde em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que apenas 50,2% da população afirma sempre usar o cinto quando no banco traseiro de carro, van ou táxi. Esta porcentagem é maior entres os passageiros do banco da frente, em que 79,4% das pessoas com 18 anos ou mais afirmaram usar o item.