Após quatro anos, UPA de São Joaquim de Bicas é (re)inaugurada

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Por: Adeilson Andrade

A
população aguardava ansiosa pelo funcionamento da Unidade de Pronto
Atendimento, desde 2012, quando inaugurada pelo então prefeito, João Bosco
(PMDB). Porém, apesar de realizar cerimônia de inauguração, a (UPA), nunca
entrou em funcionamento. Foram quatro anos de espera, até que na última
sexta-feira (15), atual administração deu inicio ao funcionamento da Unidade,
já com equipamentos e equipe médica.

Em
informativo distribuído, o atual prefeito Luciano Amaral, mencionou que ao
assumir em 2013, encontrou o prédio repleto de falhas estruturais, como
infiltrações, rachaduras, além da falta de equipamentos e estruturas necessárias
para que a população pudesse usufruir da unidade. “Era impossível que a (UPA)
funcionasse nas condições que a encontramos, daí tivemos que contratar uma nova
empresa para realizar os reparos, além de adquirir equipamentos”.

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Segundo o
gestor, tudo isso foi feito com a verba do município, uma vez, que o Governo
Federal, não havia feito o repasse devido à crise, causada pelos fatores
políticos e econômicos. No entanto, o ex-prefeito João Bosco (PMDB), explicou
formalmente, que durante o seu governo, deixara os devidos recursos financeiros
para que a prefeitura colocasse a (UPA) em funcionamento.

Na UPA, os pacientes mais graves terão prioridade no atendimento com o
sistema de “classificação de risco”. Ao entrar na
unidade, serão avaliados conforme queixa, sintomas, sinais vitais que
apresentarem, quando serão identificados com pulseiras de cores
diferentes para cada grau de risco à saúde: vermelha (emergência);
laranja (muito urgente); amarela (urgente); verde e azul (menor
gravidade – que aguardará por mais tempo por atendimento)

O papel da UPA

Funcionar 24 horas por dia, sete dias por semana e poder resolver grande parte das urgências e emergências, como pressão e febre alta, fraturas, cortes, infarto e derrame. Com isso, ajudar a diminuir as filas nos prontos-socorros dos hospitais. A UPA ainda oferece estrutura simplificada, com raio-X, eletrocardiografia, pediatria, laboratório de exames e leitos de observação.

De acordo com o Ministério da
Saúde, nas localidades que contam com UPA, 97% dos casos são solucionados na
própria unidade. Quando o usuário chega às unidades, os médicos prestam
socorro, controlam o problema e detalham o diagnóstico. Eles analisam se é
necessário encaminhar a um hospital ou mantê-lo em observação por 24 horas.

As UPAs fazem parte da Política
Nacional de Urgência e Emergência, lançada pelo Ministério da Saúde em 2003,
que estrutura e organiza a rede de urgência e emergência no país, com o
objetivo de integrar a atenção às urgências.