Localizado em Betim, o Instituto Ramacrisna está entre as 100 vencedoras do Prêmio Melhores ONGs 2020

O Prêmio é uma parceria do Instituto Doar, da agência de projetos socioambientais O Mundo Que Queremos e da Ambev, com apoio técnico da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Este ano, 670 organizações se inscreveram no Prêmio, que é o maior do Terceiro Setor no Brasil.
O Instituto Ramacrisna integra a lista de 100 Melhores ONGs desde a primeira edição da premiação em 2017, dessa forma, em 2020 recebe a quarta premiação consecutiva, sendo reconhecida por suas boas práticas de gestão em quesitos como governança, transparência, comunicação e financeiro.
“Estar pela quarta vez consecutiva entre as 100 melhores ONGs do país, num universo de cerca de 300.000 organizações, é motivo de orgulho e reconhecimento por um trabalho de 6 décadas, realizado por uma equipe competente e comprometida e que tem obtido resultados de grande impacto social. Nesses 61 anos o Instituto Ramacrisna beneficiou 1.866.760 pessoas que enfrentavam insegurança e incerteza pessoal e social, transformando suas vidas, tornando-as cidadãos protagonistas de sua própria história” diz Solange Bottaro, vice-presidente do Instituto Ramacrisna.
Em Minas Gerais foram 10 Organizações Sociais contempladas, sendo 6 da região metropolitana e 4 do interior. O Ramacrisna é a única premiada na cidade de Betim.
Todos são convidados a participar d cerimônia de premiação será no dia 10 de dezembro, às 20h, com transmissão ao vivo pelo canal Futura no YouTube e pelo site melhores.org.br. Além das 100 melhores, o público conhecerá também os destaques nas categorias especiais, além da melhor ONG entre todas. Pela primeira vez, as organizações de menor porte também terão, oficialmente, um destaque especial.
O Prêmio
Em sua 4ª edição, a premiação reconhece as 100 melhores organizações do Terceiro Setor brasileiro. Desde seu lançamento, a premiação alcançou grande visibilidade e continua crescendo, na medida em que se consolida como a principal referência em organizações filantrópicas no país. A equipe julgadora é formada por professores, doutorandos, mestrandos da FGV, jornalistas e lideranças sociais.




