Filarmônica é atração na Praça Milton Campos neste domingo (29)

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Concerto gratuito e aberto ao público será realizado no domingo, 29 de julho, às 11h, na praça Milton Campos

A Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, considerada uma das melhores do país, volta a Betim, dentro da série Clássicos na Praça. A apresentação, gratuita e ao ar livre, será no próximo domingo (29), às 11h, na praça Milton Campos. O grande público ouvirá um repertório diversificado e descontraído, com obras de compositores exponenciais da música clássica. São elas a Música Aquática: Suíte nº 2 em Ré maior, HWV 349 – II. Alla Hornpipe, de Haendel; O rapto do serralho, K. 384: Abertura, de Mozart; a Quinta Sinfonia de Beethoven (primeiro movimento); a Abertura Carnaval Romano, de Berlioz; Dança Eslava, op. 46, nº 8, de Dvorák; Dança Húngara nº 1, de Brahms; Trovão e Relâmpago, op. 324, de J. Strauss Jr., e o Bolero de Ravel. Completam o repertório obras de dois importantes compositores brasileiros: O Guarani: Protofonia, de Carlos Gomes; e Série Brasileira: IV. Batuque, de Nepomuceno.

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Com esse repertório, o público passará por uma breve história da música orquestral. Haendel é um dos mais importantes compositores do Barroco; com Mozart, será ouvida a música do período Clássico; em Beethoven, a transição do Classicismo para o Romantismo; Berlioz, Brahms e J. Strauss Jr. representam a música do período romântico; Dvorák traz os encantos do nacionalismo; na música brasileira, Carlos Gomes e Alberto Nepomuceno também se filiam à estética romântica; por fim, a era moderna chega com o sempre encantador Bolero de Ravel.

Quem contará essa história junto aos músicos será o maestro Marcos Arakaki, com uma longa trajetória artística tanto na Filarmônica como em outras orquestras de destaque no Brasil e no exterior. O maestro ressalta que levar a música clássica a um número cada vez maior de pessoas é um dos objetivos da Orquestra. “Para nós, é um prazer contribuir para a formação de público e a disseminação da música orquestral de excelência”. Lembrando que a própria cidade conta com três orquestras, a Sinfônica, a Orquestra Jovem e uma formação infantil, Arakaki afirma ser “muito importante estimular os jovens que participam dessas formações e colaborar para manter em Betim um ambiente propício à apreciação musical. Sabemos quanto o público anseia por boa música”, conclui o maestro.

Formada por 90 músicos, a Filarmônica de Minas Gerais, em 10 anos de existência, conta com amplo reconhecimento de público e da crítica especializada e já foi aplaudida por 1 milhão de pessoas.

Este concerto é apresentado pelo Ministério da Cultura e pelo Instituto Unimed-BH, viabilizado pelo incentivo dos médicos cooperados e colaboradores da Cooperativa, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Conta ainda com o incentivo da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e com o apoio da Prefeitura de Betim, por meio da Fundação Artístico-Cultural de Betim (Funarbe).

Música Instrumental toma conta de Betim

No início do mês, os betinenses acompanharam ainda uma apresentação da Orquestra Sinfônica de Betim, gratuitamente no bairro São Caetano, concerto que está previsto também para o dia 05/08, às 10h, na Praça do bairro Paulo Camilo. Esse movimento de democratização do acesso à música erudita na cidade é promovido pelo Instituto Unimed-BH.

A Orquestra Sinfônica de Betim, conduzida pelo maestro Márcio Miranda Pontes, é patrocinada pelo Instituto Unimed-BH, por meio do incentivo fiscal de mais de 4700 médicos cooperados e empregados. A iniciativa visa oferecer uma continuidade nos estudos musicais aos jovens de Betim e da região e estimula, ainda, a profissionalização na música por meio de uma bolsa de estudos. “As apresentações em escolas públicas da cidade e em bairros mais distantes do centro contribui de forma relevante para a formação de público e promove o acesso a um bem cultural que estava fora do alcance de grande parte da população. Em agosto, daremos início aos ensaios da Orquestra de Cordas Infantil de Betim, como resultado desse trabalho de formação na música. Além de viabilizar essas iniciativas, o Instituto Unimed-BH também leva à população uma orquestra de nível internacional, como a Filarmônica, e fomenta a manutenção da música erudita em Betim”, afirma o Maestro Márcio Pontes.